Depois da morte, a ação
Dor de cabeça no Ministério Público Estadual. Mulher morre no momento do parto depois de ter seu direito a um “abortamento assistido” negado.
E agora, José?
Uma mulher que teve uma gestação de feto com Displasia Esquelética Letal Tanatofórica, uma doença que é incompatível com a vida extra-uterina (a criança não sobreviveria depois de nascer) pediu, via Ministério Público, para fazer um abortamento assistido e lhe foi negado o direito.
Resultado: Na hora do parto, a mulher morreu.
De novo, não!
Agora, para que se evitem novos casos desse tipo, a Promotora de Saúde Iara Pinheiro quer que a Maternidade Januário Cicco, da UFRN, explique melhor as deformações fetais que podem levar risco de morte às mães para que juízes possam se servir de meios mais científicos para tomarem suas decisões.
A MEJC ficou de elaborar parecer médico sobre outras situações de deformidades do feto que sejam incompatíveis com a vida extrauterina e gerem riscos agravados à gestante.
E agora, José?
Uma mulher que teve uma gestação de feto com Displasia Esquelética Letal Tanatofórica, uma doença que é incompatível com a vida extra-uterina (a criança não sobreviveria depois de nascer) pediu, via Ministério Público, para fazer um abortamento assistido e lhe foi negado o direito.
Resultado: Na hora do parto, a mulher morreu.
De novo, não!
Agora, para que se evitem novos casos desse tipo, a Promotora de Saúde Iara Pinheiro quer que a Maternidade Januário Cicco, da UFRN, explique melhor as deformações fetais que podem levar risco de morte às mães para que juízes possam se servir de meios mais científicos para tomarem suas decisões.
A MEJC ficou de elaborar parecer médico sobre outras situações de deformidades do feto que sejam incompatíveis com a vida extrauterina e gerem riscos agravados à gestante.
Aborto: a vida de quem está em jogo?
Esse caso mostra mais uma vez a situação de vulnerabilidade que as mulheres brasileiras estão em função de uma legislação que criminaliza o aborto e coloca a vida da mulher em segundo plano influenciada por concepções político-religiososas em um estado que se diz laico. Enquanto o aborto não for legalizado mais mulheres continuarão morrendo pela desassistência à sua saúde e o aborto inseguro continuará sendo uma das principais causas de morte entre mulheres grávidas.
Adaptado do site do grupo Católicas pelo direito do decidir ( www.catolicasonline.org.br)
