segunda-feira, março 14, 2011

Bancada do agronegócio do MS pede perdão das dívidas para os atingidos pela chuva


O parlamentar Edison Giroto - PR/MS mostra como um político comprometido cpom a sua base deve atuar. Ele e os demais parlamentares da bancada federal do mato-grosso do sul estão na linha de frente de negociação junto ao governo federal e o banco do brasil para que haja perdão das dívidas dos produtores que tenham suas lavouras prejudicadas pelas cheias no pantanal. Considerando que o líder do PT na câmara Vaccarezza ( pecuário até no nome) estava presente no evento internacional do agrnegócio no MS, é de se esperar que tenham sucesso nas suas negociações. Faz parte da estratégia também utilizar sindicatos rurais de fachada para engrossar o coro da passada de pires.

A hipocrisia do código florestal


O fato das elites dominarem os meios de comunicação tem ao menos uma vantagem. Podemos descobrir facilmente seus projetos, suas opiniões e seus representantes. Onde há uma parabólica teremos tantos canais de agronegócio quanto de igrejas. Nisso acabo de ter a oportunidade de ouvir o congressista Aldo Rebelo falar das benesses e do patrotismo do código florestal proposto. É quase um novo bolsa-família na boca do dito comunista. Acabar com o bem comum em prol do uso privado de poucos não me parece estar muito em consonância com o comunismo. O episódio acontece em uma palestra em encontro internacional de agropecuária no mato-grosso do sul. Certamente boa parte dos senhores do agronegócio estavam lá aplaudindo o deputado de pé. Engraçado que mesmo com Aldo falando na maior de sua palestra sobre a importância de tal código, que oficializa o fim de nossa floresta, para o pequeno agricultor, não vi um só boné do MST, um só rosto envelhecido pelo sol do trabalho no campo, mas sim muitos chapéus de boiadeiros, botas de couro, fivelas enormes e peles bem brancas de quem não trabalha na roça.